Bastidores do Abate: A rota clandestina que alimenta o Festival de Yulin 2026
Esta investigação exclusiva é liderada pela jornalista Gabriele Mingorance, que acompanha e denuncia o evento na Ásia desde 2013, revelando as engrenagens de um mercado ilegal de furto de animais e as graves violações à Lei de Segurança Alimentar chinesa.
Investigação CEO
Redação 
Mudança Sociopolítica e Resgates Recentes
Alerta Vermelho.

Alerta Sanitário à Organização Mundial da Saúde (OMS / WHO)
Redação - YULIN 2026
Remetente Oficial: Gabriele Mingorance
Jornalista Investigativa e Ativista da Causa Animal (Atuante no monitoramento, investigação e denúncia do Festival de Yulin desde 2013)
Bastidores do Abate
A Rota Clandestina que Alimenta o Festival de Yulin 2026
O Festival de Lichia e Carne de Cachorro de Yulin, localizado na província de Guangxi, no sul da China, inicia oficialmente mais uma edição neste sábado, 21 de junho de 2026, coincidindo com o solstício de verão. Longe dos olhos do público e blindado por forte vigilância, o comércio que choca o mundo precisou se reestruturar drasticamente para sobreviver à rejeição interna recorde e à pressão de novas diretrizes sanitárias globais. Esta linha de investigação, que venho acompanhando, documentando e denunciando de forma ininterrupta desde 2013, revela como opera a complexa engrenagem financeira, jurídica e logística desse mercado clandestino, demonstrando que o evento não se sustenta por tradições culturais milenares, mas sim por uma rede de crime organizado interestadual que funciona sob as coordenadas geográficas exatas de latitude 22° 37′ N e longitude 110° 09′ E, com uma altitude média de 82 metros acima do nível do mar.

Máfias, Empresários e Operadores Envolvidos
A cadeia de suprimentos de Yulin não é mantida por cidadãos comuns, mas por um sindicato estruturado de comerciantes, empresários de abatedouros locais e redes criminosas que lucram milhões de yuans à custa do sofrimento animal e da fraude sanitária:
- Empresários e Donos de Matadouros: Operadores locais que resistem à transição econômica e ignoram as diretrizes federais de biossegurança. Junho representa cerca de 70% do faturamento anual dessas instalações devido ao pico de demanda artificial gerado pelo festival. Um exemplo real de transição e admissão da brutalidade do meio ocorreu com o proprietário de matadouro que utilizava o pseudônimo de Mr. Huang. Ele operava uma instalação ativa há quase 20 anos na periferia sul, a cerca de 30 quilômetros do centro urbano de Yulin, sendo responsável pelo abate brutal de mais de 15.000 cães desde 2007 antes de aceitar um acordo de fechamento permanente e conversão de subsistência econômica em junho de 2026.
- As Máfias de Captura Interestadual: Redes de criminosos organizados que financiam frotas de caminhões clandestinos criando um comércio altamente lucrativo através do furto qualificado de animais, eliminando o custo de criação industrial, que é comercialmente inviável na China devido ao alto custo da ração e ao longo ciclo de crescimento dos animais.
- Líderes de Redes Criptografadas:Investigações cibernéticas recentes revelam que operadores usam a alta concentração de cães e gatos na região para abastecer redes privadas de streaming em plataformas como o Telegram. Eles lucram vendendo vídeos de tortura explícita para redes internacionais de sadismo animal, uma vertente denunciada ativamente pela inteligência da Feline Guardians.

A Rota Invisível do Tráfico Animal
A cadeia de suprimentos depende diretamente de atividades ilegais que cruzam fronteiras provinciais para abastecer os mercados e galpões da região:
- Furto Doméstico Qualificado: Redes organizadas roubam cães de quintais, fazendas e propriedades rurais em províncias vizinhas utilizando laços de metal retráteis e dardos envenenados. Animais de raças como Labrador, Beagle e Poodle são frequentemente encontrados em abatedouros ainda vestindo suas coleiras de estimação originais.
- Captura de Rua Sistemática: Animais comunitários, errantes e de rua são recolhidos em massa nas periferias das grandes cidades durante as madrugadas com o uso de redes e armadilhas mecânicas.
- Falsificação de Guias e Suborno Rodoviário: O transporte interestadual exige certificados de saúde e vacinação obrigatórios por lei na China. Os caminhões que abastecem Yulin utilizam rotas alternativas secundárias nas madrugadas e documentos sanitários falsificados para burlar postos de fiscalização, operando rotas de contrabando que superam 2.400 quilômetros de extensão.
O Novo Desenho de Yulin: A Estratégia do Esconderijo
O festival registrou uma redução drástica no volume de abates públicos em comparação ao seu auge em 2012, quando mais de 10.000 cães eram executados nos dez dias de evento. Atualmente, estimativas apontam para o abate de 2.000 a 3.000 animais durante o período do solstício. No entanto, a diminuição visual não significa o fim da prática, mas sim uma mudança tática dos comerciantes locais para evitar desastres de relações públicas e o monitoramento internacional:
- Confinamento de Mercados: Praticamente todas as barracas e comércios de rua que antes ficavam espalhados pela malha urbana foram consolidados nos mercados fechados de Nanchao e Dongkou. A medida facilita o controle dos comerciantes contra ativistas e filmagens não autorizadas.
- Abate na Penumbra Periférica: As execuções públicas diurnas foram terminantemente proibidas no centro urbano. O abate foi transferido para instalações e galpões privados na periferia industrial de Yulin, ocorrendo na clandestinidade da madrugada, majoritariamente entre as 2h e as 5h da manhã.
- Camuflagem Linguística: Menus e letreiros que exibiam el caractere explícito para "carne de cachorro" (gou rou) foram substituídos por termos eufemísticos como "carne doce" (xiangrou) para despistar softwares de monitoramento digital, turistas e fiscais casuais.

O Vácuo da Vigilância Sanitária e a Lei de Segurança Alimentar
A gravidade do festival reside no fato de que ele opera completamente à margem das leis de saúde pública federais da China. O governo central não possui regulamentação, protocolos de teste ou inspeção sanitária legal para a carne de cães e gatos. Por consequência, os comerciantes de Yulin cometem as seguintes infrações graves:
- Violação do Artigo 34 da Lei de Segurança Alimentar da China: A legislação proíbe expressamente o processamento e a comercialização de alimentos derivados de animais que não passaram por inspeção oficial ou quarentena. Como não existem diretrizes para certificar carne de animais de estimação, todo o comércio é juridicamente ilegal.
- Disseminação Direta da Raiva e da Cólera: A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que o tráfico em massa de cães com histórico epidemiológico desconhecido acelera a transmissão do vírus da raiva. Historicamente, Guangxi figura entre as piores províncias em índices de raiva humana na China. Os operários dos abatedouros correm risco letal constante ao manusear fluidos e carcaças infectadas sem equipamentos de proteção.
- Contaminação Química por Dardos Envenenados: Ladrões de pets utilizam dardos carregados com cianeto, succinilcolina ou anestésicos cirúrgicos concentrados para imobilizar os animais nos quintais. Esses venenos se fixam nos tecidos musculares e órgãos dos cães, resistem ao cozimento e são ingeridos diretamente pelos clientes nos mercados, causando quadros severos de intoxicação química humana.
Mudança Sociopolítica e Resgates RecentesPesquisas realizadas revelam que a rejeição ao comércio de carne de cães e gatos atingiu níveis recordes dentro da própria China. Um levantamento estatístico coordenado pelo grupo Vshine na própria cidade de Yulin, apontou que 87,5% dos moradores nunca ou raramente consomem carne de cão ou gato, e 88% afirmam que uma proibição total não teria qualquer impacto em suas vidas. O consumo remanescente está estritamente concentrado em homens de gerações mais velhas.
Como reflexo dessa mudança, ações de campo coordenadas por ativistas locais e lideranças internacionais, como Chen Xiaolei (representante da Vshine Animal Protection Association) e Julie Sanders (diretora da campanha de erradicação do comércio de carne de cães e gatos da Humane World for Animals), têm avançado com soluções práticas. O fechamento planejado do matadouro de Mr. Huang no início de junho de 2026 resultou no resgate de nove cães que receberam atendimento veterinário emergencial, vacinação e esterilização antes de serem encaminhados para adoção segura. Adicionalmente, propostas legislativas nacionais têm sido submetidas diretamente ao Congresso Nacional do Povo por essas coalizões para instituir um banimento criminal definitivo em todo o território nacional.
Alerta Vermelho.
As Denúncias das Redes Globais da Feline Guardians
A crueldade contra animais de companhia na região ganhou contornos ainda mais sombrios através de denúncias monitoradas por redes internacionais como a Feline Guardians. Esta organização internacional de inteligência cibernética e investigação animal revelou a existência de mercados clandestinos e grupos organizados na China focados na captura, tortura sistemática e distribuição de vídeos de crueldade extrema contra felinos e caninos através de redes criptografadas.
(Depoimento de ativistas ligados aos grupos de monitoramento da Feline Guardians e inteligência de campo: "O que vemos nas rodovias e nos galpões nos arredores de Yulin durante o mês de junho vai além do comércio de carne. Há uma intersecção perigosa entre o tráfico clandestino de animais para o festival e redes criminosas que lucram com o sofrimento explícito. Muitos dos animais capturados em grandes metrópoles e transportados em gaiolas minúsculas e sem água por dias chegam com fraturas expostas e sinais de abuso deliberado. Quando tentamos interceptar os caminhões nas rodovias de Guangxi, enfrentamos não apenas a conivência de máfias locais, mas também ameaças físicas severas no campo. Os criminosos sabem que a falta de uma lei de proteção aos animais domésticos na China os protege de punições severas, fazendo com que menos de 1% dos abusadores sejam formalmente investigados pelas autoridades locais. Yulin virou o epicentro onde a impunidade jurídica e a barbárie lucrativa se encontram mascaradas como tradição.")
O monitoramento da Feline Guardians aponta que os animais destinados a esse comércio clandestino sofrem maus-tratos severos antes do abate final nos mercados de Dongkou e Nanchao. A organização reforça a urgência de pressão internacional contínua direcionada às autoridades diplomáticas chinesas para que leis de proteção animal de caráter nacional e criminal sejam finalmente implementadas.

AUDITORIA JURÍDICA E GEOPOLÍTICA
Para fundamentar ações civis, moções políticas e petições internacionais, a contestação do festival deve utilizar as violações do próprio ordenamento jurídico da República Popular da China e o cenário de isolamento geopolítico na Ásia:
- Código Penal Chinês (Artigo 264 - Furto Qualificado): O roubo de animais domésticos configura violação direta do direito de propriedade privada garantido por lei federal. O festival atua como receptor de bens de origem ilícita.
- Lei de Biossegurança da República Popular da China: Regulamenta o controle de patógenos. O confinamento forçado de cães e gatos em condições insalubres severas sabota as metas nacionais de segurança biológica de Pequim.
- Decreto nº 20 do Ministério da Agricultura da China (2020): Retirou os cães da lista oficial de pecuária e os elevou ao status de animais de companhia. Comercializar carne de uma espécie não homologada para consumo humano viola as diretrizes ministeriais federais.
- O Isolamento Regional na Ásia: Cidades chinesas de vanguarda tecnológica, como Shenzhen e Zhuhai, baniram completamente o comércio de carne de cães e gatos em 2020. No cenário internacional, a Coreia do Sul aprovou o banimento total da indústria, com transição econômica obrigatória, e Taiwan, Hong Kong, Filipinas e Tailândia já possuem leis proibitivas severas. Yulin opera em total dissonância com a evolução do direito ambiental asiático.
O PLANO DE AÇÃO OPERACIONAL UNIFICADO (BLOCOS DE DISPARO)
LISTAGENS DE CONTATOS
1. Representações Diplomáticas da China no Brasil
- Embaixada da China em Brasília: embaixadachina.bra@gmail.com / chinaemb_br@mfa.gov.cn
- Consulado Geral da China em São Paulo: chinaconsul_sp_br@mfa.gov.cn
- Consulado Geral da China no Rio de Janeiro: chinaconsul_rj_br@mfa.gov.cn
- Consulado Geral da China em Recife: chinaconsul_rec_br@mfa.gov.cn
2. Gabinetes de Lideranças Federais no Congresso Nacional
- Deputado Matheus Laiola: dep.matheuslaiola@camara.leg.br
- Deputado Felipe Becari: dep.felipebecari@camara.leg.br
- Deputado Célio Studart: dep.celiostudart@camara.leg.br
- Deputado Fred Costa: dep.fredcosta@camara.leg.br
- Deputado Delegado Bruno Lima: dep.delegadobrunolima@camara.leg.br
- Deputado Ricardo Izar: dep.ricardoizar@camara.leg.br
- Deputada Tabata Amaral: dep.tabataamaral@camara.leg.br
3. Ouvidorias e Comitês ESG Corporativos
- BYD Brasil: cliente@byd.com / esg.global@byd.com
- GWM - Great Wall Motors Brasil: compliance@gwmmotors.com.br / sac@gwmmotors.com.br
- Caoa Chery: sac@caoachery.com.br / ouvidoria@caoa.com.br
MINUTAS E DENÚNCIAS ENVIADAS, COPIE E ENVIE
Representações Diplomáticas (Embaixada e Consulados)
Para: embaixadachina.bra@gmail.com, chinaemb_br@mfa.gov.cn, chinaconsul_sp_br@mfa.gov.cn, chinaconsul_rj_br@mfa.gov.cn, chinaconsul_rec_br@mfa.gov.cn
Assunto: Apelo Urgente contra as Ilegalidades no Comércio de Carne de Animais de Companhia em Yulin
Mensagem:
Excelentíssimo Senhor Embaixador da República Popular da China no Brasil,
Escrevo-lhe na condição de jornalista investigativa e defensora dos direitos animais no Brasil. Atuo diretamente no monitoramento, na investigação e na denúncia internacional contra as violações do comércio de carne de cães e gatos em Yulin desde 2013, o que me confere amplo conhecimento técnico sobre as irregularidades crônicas da cadeia logística na província de Guangxi.
Manifesto profunda preocupação com a realização do Festival de Yulin nesta semana. Relatórios investigativos de órgãos internacionais de monitoramento civil, como a Feline Guardians e a Humane World for Animals, comprovam que a cadeia de suprimentos desse comércio viola frontalmente as leis sanitárias, de biossegurança e de trânsito de carga viva da própria República Popular da China, sustentando-se majoritariamente sobre o roubo de animais domésticos e canais clandestinos de abate. Toda a atividade ocorre de forma concentrada na região sob as coordenadas aproximadas de latitude 22° 37′ N e longitude 110° 09′ E, valendo-se da falta de fiscalização local em mercados fechados como Nanchao e Dongkou.
Ciente do compromisso da China com a modernização, a segurança alimentar e a biossegurança global, solicito cordialmente que Vossa Excelência encaminhe às autoridades competentes em Pequim o apelo da sociedade civil brasileira pelo cumprimento estrito do Decreto número vinte do Ministério da Agricultura, que classifica cães e gatos como animais de companhia, aplicando de forma rigorosa as penalidades federais contra os abatedouros ilegais em Guangxi.
Atenciosamente,
Gabriele Mingorance
Jornalista Investigativa e Ativista da Causa Animal
gabrielezola@icloud.com
Bancada Parlamentar Federal Animalista
Para: dep.matheuslaiola@camara.leg.br, dep.felipebecari@camara.leg.br, dep.celiostudart@camara.leg.br, dep.fredcosta@camara.leg.br, dep.delegadobrunolima@camara.leg.br, dep.ricardoizar@camara.leg.br, dep.tabataamaral@camara.leg.br
Assunto: Solicitação de Moção de Repúdio ao Mercado Clandestino de Yulin e Alerta de Biossegurança
Mensagem:
Excelentíssimo(a) Senhor(a) Deputado(a),
Na condição de jornalista e ativista da causa animal, atuando diretamente no combate, na denúncia e no levantamento de dados sobre o Festival de Yulin desde 2013, solicito a intervenção institucional de Vossa Excelência para a apresentação de uma Moção de Repúdio formal no plenário da Câmara dos Deputados em face do evento ilegal que se inicia neste final de semana na província de Guangxi, China.
Relatórios técnicos da Organização Mundial da Saúde e investigações de campo internacionais demonstram que esse evento opera em total desrespeito às leis de trânsito de carga viva e biossegurança, atuando como um vetor ativo de disseminação de zoonoses como a raiva e a cólera, além de comercializar carne contaminada por agentes neurotóxicos provenientes do roubo doméstico de animais. O tráfico clandestino mapeado em Yulin opera em uma altitude média de 82 metros e centraliza o abate noturno em galpões periféricos privados para burlar o registro visual da imprensa e de ativistas ambientais.
Sendo o Brasil um parceiro econômico de primeira grandeza da República Popular da China, e sabendo do histórico combativo e irrefutável deste mandato na proteção animal, solicitamos que este gabinete provoque o Ministério das Relações Exteriores para que emita um posicionamento diplomático alinhado aos princípios ESG e de segurança biológica internacional, endossando o fechamento dos abatedouros ilegais.
Atenciosamente,
Gabriele Mingorance
Jornalista e Ativista da Causa Animal
gabrielezola@icloud.com
Setor Automotivo Corporativo (Marcas Estatais e Alvos ESG)
Para: cliente@byd.com, esg.global@byd.com, compliance@gwmmotors.com.br, sac@gwmmotors.com.br, sac@caoachery.com.br, ouvidoria@caoa.com.br
Assunto: Notificação de Governança ESG e Reputação de Mercado Internacional – Caso Yulin
Mensagem:
À Diretoria de Governança e Comitê de Sustentabilidade,
Como jornalista investigativa, monitorando e denunciando as redes clandestinas de Yulin desde 2013, consumidora ativa e defensora dos critérios internacionais de responsabilidade socioambiental e governança (ESG), questiono formalmente a diretoria desta corporação sobre quais medidas de compliance e pressão institucional têm sido tomadas junto à matriz na China para exigir o cumprimento das leis federais de biossegurança animal.
As marcas de capital estatal ou controle governamental chinês atuantes no Brasil, como a Chery (multinacional totalmente estatal controlada por Wuhu), BYD e GWM, apoiam-se em discursos de transição verde e sustentabilidade. No entanto, o mercado consumidor brasileiro exige coerência ética: não podemos apoiar marcas que se dizem sustentáveis enquanto o país de origem tolera redes clandestinas de tráfico animal na província de Guangxi. Solicitamos o envio deste memorando ao comitê global de responsabilidade da marca, alertando sobre os reflexos na reputação de mercado em solo brasileiro.
Atenciosamente,
Gabriele Mingorance
Jornalista e Ativista da Causa Animal
gabrielezola@icloud.com
Alerta Sanitário à Organização Mundial da Saúde (OMS / WHO)
Para: mediainquiries@who.int
Assunto: Urgent Biosafety Alert regarding Illegal Companion Animal Trade in Guangxi, China
Mensagem:
To the Department of Zoonotic Diseases and Epidemic Response of the World Health Organization,
As an investigative journalist and animal rights advocate tracking and exposing the Yulin dog and cat meat trade since 2013, I hereby submit an urgent biosafety alert regarding the upcoming commercial trade in Guangxi, China (approximate coordinates: latitude 22° 37′ N, longitude 110° 09′ E). Field investigations conducted by independent civilian networks, such as Feline Guardians and Vshine, demonstrate systematic breaches of Article thirty-four of China's Food Safety Law and national biosecurity protocols. Thousands of companion animals of unknown epidemiological origin and vaccination status are being trafficked across interstate highways without official health certificates.
This unregulated trade creates an active vector for rabies transmission and the emergence of new zoonotic pathogens due to extreme animal stress and severe lack of sanitation in enclosed markets such as Nanchao and Dongkou. Furthermore, the documented use of neurotoxic substances and chemical baits by illegal poachers poses an immediate chemical poisoning hazard to human consumers. We formally request an international veterinary public health risk assessment on the region to mitigate the potential outbreak of high-consequence infectious diseases.
Sincerely,
Gabriele Mingorance
Investigative Journalist and Animal Rights Advocate
gabrielezola@icloud.com
1. Monitoramento Interno Chinês e Hashtags para o Weibo
A rede social Weibo é o principal termômetro de opinião pública digital na China. Ao publicar e engajar usando os caracteres técnicos exatos, o algoritmo distribui as postagens para grandes centros como Pequim e Xangai, aumentando a pressão sobre o governo central:
#坚决反对取缔玉林狗肉节#(Hashtag usada para agrupar e monitorar a oposição ao festival clandestino).#动物保护立法#(Pelo avanço do projeto de lei de proteção animal nacional no Congresso do Povo).#伴侣动物不是家畜#(Cães e gatos são companheiros, não pecuária — decreto do Ministério da Agricultura).#食品安全法第三十四条#(Exigência de fiscalização do cumprimento do Artigo 34 da Lei de Alimentos).- Perfis Oficiais para Marcar no Weibo: @新华社 (Agência Xinhua), @央视新闻 (CCTV News) e @农业农村部 (Ministério da Agricultura).
2. Invasão de Tags de Turismo
Em vez de direcionar posts apenas para tags da própria causa animal, publique dados de biossegurança invadindo as hashtags oficiais de turismo e soft power da diplomacia chinesa, como #DiscoverChina, #VisitChina, #BeautifulChina e campanhas de grandes eventos nacionais. Vincular o marketing cultural internacional do país às imagens de negligência sanitária e matança em galpões na periferia de Guangxi causa enorme desconforto institucional em Pequim.
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